Tubos Plásticos: aplicações e diferenciais

Os tubos plásticos flexíveis de pequenos diâmetros também já se tornaram populares em virtude de suas aplicações em irrigação (PEBD) e nas ligações domiciliares de água (PEAD).

Todavia, os tubos plásticos flexíveis de médios e grandes diâmetros são ainda quase desconhecidos entre nós.

Campos de aplicações para tubos plásticos são variados

As características técnicas destes tubos são singularíssimas, permitindo, muitas vezes, soluções inconcebíveis aos tubos convencionais de concreto, aço, ferro fundido, cimento amianto, resina de poliéster reforçado com fibra de vidro (fiberglass), ou mesmo de PVC.

Descortina-se, assim, novos e fascinantes campos de aplicações para esses tubos ditos poliolefínicos – PO- (PE- pó-lietileno, PP – polipropileno, PB – polibuteno) especialmente em emissários subaquáticos, em tubulações sujeitas à abrasão (transporte de sólidos), em tubulações assentadas em solos muito inconsistentes e/ou muito agressivos, em linhas sujeitas a produtos altamente corrosivos, em água quente, redes de distribuição de água e de gás combustível, onde a velocidade e a facilidade de instalação aliadas a uniões e derivações altamente seguras são imprescindíveis.

Pareceu-nos, portanto, muito oportuno introduzir aqui os projetistas, instaladores e usuários, buscando apresentar com maior ênfase os tubos de polietileno e polipropileno desde suas características, normalizações, dimensionamentos, métodos de união e reparo, procedimentos de instalação convencionais e não-destrutivos (MND) – sem pretender, obviamente, esgotar o assunto, mas procurando fornecer ao leitor material suficiente para especificação, projeto e controle de qualidade de tubulações e instalações  nas suas diversas aplicações.

Para maiores detalhes técnicos sugerimos a leitura do Manual de Tubulações de Polietileno e Polipropileno, desenvolvido pelo Engº José roberto B. Danieletto.

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